15 abril 2016

CPI acusa instituição de vender cursos de extensão como graduação

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Faculdades Irregulares, criada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), constatou que o Instituto de Desenvolvimento Educacional Brasileiro (Ideb) utilizava o nome da Escola Pernambucana de Relações Públicas (Esurp) para vender cursos de extensão como graduações nos municípios de Passira, no Agreste, e Afogados da Ingazeira, no Sertão do estado. A CPI investiga instituições que atuam em todo o estado.
Diferentemente dos cursos de graduação, que devem ser certificados pelo Ministério da Educação (MEC) e ofertados apenas na unidade que foi autorizada, os cursos de extensão podem ter aulas ministradas fora das sedes, como cursos livres. Ao final do curso, são dados certificados validados pela Instituição de Ensino Superior (IES), em vez de diplomas concedidos pelo MEC.
De acordo com o presidente da CPI, o deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD), a Esurp não conseguiu, em 2012, renovar o contrato com o MEC, levando a instituição a buscar uma parceria com o Ideb. "Eles buscaram o Ideb de Caruaru e entregaram o acervo deles [Esurp] para o instituto, afirmando que este poderia utilizar o nome da Esurp no município para os cursos de Relações Públicas e Secretariado, mas o instituto começou a vender outros cursos que a Esurp sequer tinha autorização, como Administração e Ciências Contábeis", explicou o parlamentar.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Faculdades Irregulares, criada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), constatou que o Instituto de Desenvolvimento Educacional Brasileiro (Ideb) utilizava o nome da Escola Pernambucana de Relações Públicas (Esurp) para vender cursos de extensão como graduações nos municípios de Passira, no Agreste, e Afogados da Ingazeira, no Sertão do estado. A CPI investiga instituições que atuam em todo o estado.
Diferentemente dos cursos de graduação, que devem ser certificados pelo Ministério da Educação (MEC) e ofertados apenas na unidade que foi autorizada, os cursos de extensão podem ter aulas ministradas fora das sedes, como cursos livres. Ao final do curso, são dados certificados validados pela Instituição de Ensino Superior (IES), em vez de diplomas concedidos pelo MEC.
De acordo com o presidente da CPI, o deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD), a Esurp não conseguiu, em 2012, renovar o contrato com o MEC, levando a instituição a buscar uma parceria com o Ideb. "Eles buscaram o Ideb de Caruaru e entregaram o acervo deles [Esurp] para o instituto, afirmando que este poderia utilizar o nome da Esurp no município para os cursos de Relações Públicas e Secretariado, mas o instituto começou a vender outros cursos que a Esurp sequer tinha autorização, como Administração e Ciências Contábeis", explicou o parlamentar.
Fonte: G1

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