14 setembro 2016

Polícia apreende mais de mil comprimidos de ecstasy no Recife

Uma operação da Polícia Civil apreendeu mais de mil comrpimidos de ecstasy e resultou na prisão de cinco suspeitos de tráfico de drogas no Recife. O caso foi divulgado nesta terça-feira (13), mas as prisões aconteceram entre sábado (10) e segunda-feira (13), em uma ação conjunta do Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) e da Gerência de Inteligência e Segurança Orgânica da Secretaria Executiva de Ressocialização (Giso/Seres).


No primeiro dia, foram flagrados os dois primeiros suspeitos, um de 24 anos e outro de 26, no estacionamento de um shopping na Zona Sul do Recife. Na ocasão, foram apreendidos 500 comprimidos de êxtase e 650 g de maconha prensada. Além da droga, a equipe policial descobriu que o veículo conduzido por um deles tinha um registro de roubo e estava com a numeração do chassi adulterada.
Os dois suspeitos foram conduzidos para a sede do Denarc, onde foram autuados por tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico, além da adulteração de sinal identificador de veículo automotor e da receptação para o suspeito que conduzia o carro. Na audiência de custódia, no domingo (11), um suspeito foi para prisão temporária e o outro vai responder em liberdade. "No momento do flagrante, um estava entregando a droga pro outro. Quem estava recebendo foi liberado", esclareceu o delegado João Leonardo Freire Cavalcanti, que acompanhou o flagrante.
Na segunda-feira (12), a segunda etapa da ação policial resultou na prisão de outros três suspeitos, que pertenceriam ao mesmo grupo dos dois primeiros, detidos no sábado. Com idades entre 18 e 31 anos, o trio estava dentro de um carro no Parque da Jaqueira, área nobre da Zona Norte da capital pernambucana, na posse de 600 comprimidos de êxtase. A assessoria da Polícia Civil informou que esta parte da droga veio de Natal (RN) para comercialização aqui no Recife.
O delegado Gilberto Loyo, que passa a conduzir as investigações, contou que está acompanhando o caso. "Ainda não dá para dizer exatamente o perfil dos investigados, mas eles parecem viver numa condição social e financeira de classe média alta", avalia. Os dois delegados informaram que o tribunal ainda não disponibilizou o resultado da audiência de custódia dos outros três suspeitos, ocorrida na tarde desta terça-feira (13).
Fonte:G1

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